RENATTA

RENATTA

PARA TRANESCREVER ME FAZ VIAJAR EM LUGARES DISTANTES ONDE O CORAÇÃO E A MENTE VOAMSCREVER AO PAPE

PARA TRANESCREVER ME FAZ VIAJAR EM LUGARES DISTANTES ONDE O CORAÇÃO E A MENTE VOAMSCREVER  AO PAPE
Sou....Mulher amiga, amante, mãe...Mulher que inicia seu dia trabalhando...E termina, amando...Mulher que protege, luta briga e chora.. E que nunca deixa o cansaço.. Tirar o seu sorriso, sua força, a esperança..Que está sempre pronta a amar, e proteger a sua prole... Sua vida, o seu amor..Mesmo que esteja chorando por dentro..No seu olhar esta sempre presente.. A força de lutar por tudo o que quer Mesmo cansada.. Está sempre pronta para seguir em frente..E quando cai, se levanta tirando de sua queda..Uma grande lição..Aprendendo então, a passar por cima das armadilhas da vida.. Mulher Guerreira que se torna..Forte e frágil ao mesmo tempo...Que busca dentro de seu interior a força..Que chora para poder se fortalecer..Através das lágrimas que rolam.. Que se levanta para poder...Levantar a quem está em sua volta..Precisando de uma palavra de carinho..De esperança, de amor... Essa é a mulher guerreira Que se faz de forte..Mas ao mesmo tempo é tão frágil...Como um cristal...Mas que não se deixa quebrar tão facilmente... Sou filha de Iansã....e de Ogum... SIMPLESMENTE RÊ

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domingo, 3 de janeiro de 2016

Infernizar a vida alheia...toma lá veneno.






Certas pessoas são tóxicas

São vampiros emocionais que sugam a energia alheia
 e infernizam a vida dos outros.

Conheça as dez personalidades mais psico venenosas.
Quando um conhecido lhe diz “isto não é uma crítica”, pode significar que, 
no fundo,o que pretende é desmotivá-lo e fazê-lo sentir-se mal. 
Não interessa que o êxito que conquistou seja fruto do seu trabalho ou 
do seu talento: o invejoso doentio irá procurar destruí-lo através da
 depreciação ou da calúnia. Napoleão Bonaparte afirmou que
 a inveja constitui uma declaração de inferioridade. 
 Todavia, à semelhança do que  acontece com o estúpido, o invejoso pode ser 
 um inimigo muito perigoso,
 impelido por um desejo irreprimível de destruir quem alcançou o triunfo ou a excelência.
Nem todos seguem o mesmo padrão. Há os arrogantes, que exibem uma suposta
superioridade, os hostis, que nos maltratam verbalmente, os déspotas, que nos anulam
no emprego, os psicóticos, que representam um perigo, e os neuróticos, que nos estragam
a vida. Embora possam adotar diversos perfis psicológicos, todos partilham duas
 características: são manipuladores e intratáveis. Apenas a experiência nos permite
 detectá-los a tempo e evitar qualquer contato.
Será que podemos classificá-los como gente tóxica? Psicólogos e psiquiatras
 respondem afirmativamente. São como vampiros que se alimentam das energias
 alheias, parasitas sociais que procuram dominar as vítimas para humilhá-las,
 anulá-las ou destruí-las. Conviver com tais pessoas constitui um pesadelo.
Os comportamentos doentios que manifestam enfurecem o ser mais equilibrado
 e as suas emanações negativas envenenam os sítios por onde passam.
Em 1995, Lillian Glass  (http://www.lillianglass.com), escritora e especialista
em comunicação, publicou Toxic People – 10 Ways of Dealing With People Who Make Your
Life Miserable, obra em que introduziu pela primeira vez um termo que passou a fazer
 parte da linguagem quotidiana, dos artigos de jornais, das séries televisivas ou 
mesmo de canções pop, como Toxic, que garantiu um Grammy a Brit­ney Spears.
No seu novo livro, Toxic Men – 10 Ways of Identifying, Dealing With and Healing
 from Men Who Make Your Life Miserable, Lillian Glass descreve o perfil desses
vampiros psíquicos:
 “Alguns são indivíduos com uma autoestima tão baixa e que se sentem tão deprimidos
 que conseguem, para melhorar o próprio estado de espírito, absorver a alegria
das pessoas que os rodeiam”, afirma a escritora. A estratégia envolvente desses
 indivíduos, que disfarça o seu poder tóxico, faz que possamos cair nas suas redes
 sem nos apercebermos. Quando damos conta da situação em que nos encontramos,
já é demasiado tarde.

Vampiros à solta

Muitos são manipuladores que estudam as vítimas para descobrir as suas vulnerabilidades.
Procuram pessoas que tenham dificuldade em dizer “não” e que receiem o confronto.
O principal objetivo é a destruição do outro. Algumas das ferramentas que utilizam são
 o assédio moral e a agressão verbal, com as quais isolam lentamente a vítima dos seus
 amigos e familiares. As pessoas tóxicas agem com a mesma estratégia psicológica de uma seita.
O norte-americano Ronald Schouten, psiquiatra da Escola de Medicina de Harvard,
 e James Silver, advogado e criminalista, são os autores de Almost a Psychopath 
(“Quase um psicopata”), no qual descrevem as pessoas que mostram apenas algumas
das características da psicopatia, mas que podem tornar-se letais para aqueles
 com quem convivem. De facto, representam uma ameaça maior para a comunidade
 do que os psicopatas genuínos, pois o seu número é maior e são mais esquivos
. Os autores afirmam também que são psicopatas bem-sucedidos, pois costumam
ter êxito na vida, apesar do comportamento patológico e da acumulação gradual de vítimas.
O psicólogo argentino Bernardo Stamateas, autor de Gente Tóxica –
Como Lidar Com Pessoas Difíceis e Não Ser Dominado por Elas (publicado no Brasil),
assegura que estes parasitas sociais fingem ser amigos, mostrando o seu lado mais
inofensivo, para ir minando pouco a pouco a segurança da vítima com comentários
subtis e com piadas e frases irônicas, supostamente inócuas.
 “Na realidade, o seu objetivo é reduzir a autoestima e o valor da pessoa, para a
 sua autoridade aumentar. “O que pretende é obter poder e controlo sobre tudo e todos”,
sublinha  Stamateas.
É a estratégia que o chefe depreciador utiliza para desprestigiar os subordinados.
 Critica tanto aqueles que fazem algo por iniciativa própria como os que não fazem
nada por prudência. É um profissional das mensagens duplas, ao pedir ao mesmo
tempo tarefas opostas. Tem por objetivo humilhar o inferior sob as suas ordens e
roubar-lhe a segurança. É o perigoso vampiro a que muitas pessoas estão expostas
ao longo da sua vida profissional.
Outro modelo de indivíduo tóxico é aquele que exerce o poder que detém com
 desprezo, gritos e maus tratos. É um agressor verbal que encontra sempre uma
 oportunidade para discutir e criar conflitos em seu redor. Estes indivíduos são
 autoritários e acreditam ser portadores de uma verdade absoluta. Incapazes de
 estabelecer uma discussão civilizada, impõem os seus critérios aos gritos, impedindo
 os interlocutores de responder, e ainda os insultam para lhes mostrar a sua incompetência.
Além dos danos que podem infligir, a agressividade dos violentos verbais é altamente contagiosa.

Intimidantes e desestabilizadores

Embora nem todos os perfis sejam tão violentos, os tóxicos são sempre pessoas
 intimidantes e desestabilizadoras. É o caso do neurótico, que não só vive angustiado
 com o que diz e faz como, também, com o que não diz e não faz. O seu perfeccionismo
 e a sua agressividade podem tornar a vida insuportável a quem o rodeia. Precisa tanto
que o estimem que chega a ser compulsivamente possessivo.
Como escapar, se a pessoa tóxica for a nossa própria mãe, o nosso irmão ou o nosso
 chefe no emprego? Se a situação envolve um risco para a estabilidade da vítima,
 os terapeutas indicam que a única saída é afastar-se desses vampiros, para evitar a
tortura de suportá-los e o perigo de se transformar num deles. Contudo, a vítima que
 tem de permanecer no emprego para manter o salário nada pode fazer perante um
chefe autoritário que confunde o contrato de trabalho com servilismo.
Diana Cohen Agrest, doutorada em filosofia pela Universidade de Buenos Aires, considera
 que a nossa obrigação é fugir dos laços que nos atam a pessoas ou situações destrutivas.
Contudo, adverte para a estigmatização dos tóxicos: “Os seres humanos não se
 comportam de determinada maneira para sempre. Estamos em constante processo
de construção. A classificação definitiva é a do epitáfio, pois apenas aí adquirimos
uma identidade imutável.” Diana Cohen considera que os tóxicos podem sempre
adquirir características mais positivas. Outros psicólogos pensam que o problema
não provém tanto dos vampiros psíquicos como das situações tóxicas a que estamos
 expostos. São os cenários da vida real que nos envenenam pouco a pouco.

Sócio psicopatas

Lillian Glass afirma que se trata da variante mais perigosa de indivíduos tóxicos.
São pessoas com graves distúrbios que podem fazer muito mal ou mesmo ameaçar
 a vida das suas vítimas. Nunca assumem qualquer responsabilidade.
São incapazes de pedir desculpa, de dizer “lamento”. “Aproveitam-se dos outros com
recurso ao encanto, ao logro, à violência e a outros métodos que lhes permitam
conseguir tudo o que querem”, explica a escritora. 
A primeira vez que entramos em contato com um sócio psicopata, ficamos com
 uma excelente impressão, pois ele diz-nos tudo o que queremos ouvir.
 Normalmente, fazem muitas perguntas às suas vítimas. O objetivo é averiguar
rapidamente quais as emoções das pessoas que pretendem torturar.
 Têm em comum com o arrogante a elevada autoestima.
Utilizam muito a palavra “eu”, consequência lógica da altíssima opinião que fazem
de si próprios. Os nossos sentimentos ou direitos não os preocupam minimamente.
Nunca sentem remorsos e não sabem o que é a empatia. Costumam comportar-se
 como parasitas. São impulsivos e irresponsáveis. Tendem a viver aqui e agora, sem
 parar para pensar se a sua atitude poderá ter consequências no futuro.
“Seguramente, o sinal mais claro de que está diante de um sócio psicopata é que ele
 irá contradizer-se com frequência, praticamente na mesma frase”,
 adverte Lillian Glass. Se lhe perguntarmos se tem o número de telefone de
 uma pessoa conhecida, poderá responder que não. Porém, se lhe perguntarmos
 em seguida se conhece alguém que o tenha, é muito provável que responda que
ele próprio o tem. Outro traço característico destas pessoas tóxicas é o seu olhar.
Fixarem os olhos nos nossos sem mover um único músculo do rosto é um sinal
 evidente de que nos estão a manipular. Conseguem não mostrar qualquer
expressão facial, pois não sentem emoções. Se tivermos a má sorte de deparar
 com um indivíduo deste gênero, a melhor coisa a fazer é fugir.

A vítima queixinhas

Este tipo de pessoa tóxica transpira negatividade pelos poros. Se algo lhe correr
 bem, procurará sempre dar a volta à situação para a transformar em qualquer
 coisa de mau, de negativo. Vê-se a si própria como uma vítima indefesa, incapaz
de fazer seja o que for para sair desse infernal ciclo vicioso. É um indivíduo que vê
tudo negro. “Vive a derramar a dor do passado no presente e no futuro. Sente que
 se está a destruir a si próprio e arrasta os outros com ele”, afirma Lillian Glass.
São pessoas que se estão sempre a queixar, a perguntar por que é que as coisas lhes
 correm tão mal, por que é que o mundo as trata dessa forma. Veem-se a si próprias
 como bodes expiatórios e estão sempre a justificar-se, explicando o que tiveram de
 sacrificar e como estão a sofrer. E tudo para nada, pois o mundo continua a
 parecer-lhes um lugar horrível em que apenas existe sofrimento e fracasso.
Vivem zangadas com os outros e consigo próprias. Fazem da queixa um hábito,
uma forma de vida. Acreditam sempre que algo ou alguém as está a maltratar.
“O medo, a insegurança, a inquietação e a dor são sentimentos que invadem as
pessoas queixosas, as quais se transformam, assim, em seres tóxicos para si
próprios e para os que os rodeiam”, assegura Bernardo Stamateas.
A vítima lamurienta de uma sociedade que a atormenta pode chegar a
converter-se num ser tóxico perigoso. “Tal como se culpa a si própria,
também manifesta uma facilidade espantosa para culpar qualquer um pela sua
situação desesperada, sobretudo nós: é por nossa culpa que ela consome
drogas, ou é porque esbanjamos dinheiro que ela bebe. Se ouvirmos constantemente
‘é por tua culpa...’, não há dúvida de que estamos perante uma pessoa desse tipo”,
 sublinha Lillian Glass.
A vítima queixinhas partilha algumas características psicológicas com os neuróticos.
 Andam eternamente à procura de ajuda; choram muito mas não fazem nada.
“Os neuróticos queixam-se, lamentam-se, mas deixam tudo na mesma”.
A realidade é que não querem perder os benefícios que resultam das queixas
 e da doença”, assegura Stamateas.
Os que se fazem passar por vítimas e os neuróticos adaptam a informação e os
 fatos à forma como veem a realidade. Passam a vida a discutir e a tentar fazer
 ver aos outros que é o mundo que lhes torna a vida impossível, mas nada
fazem para sair desse círculo.

O agressivo verbal

Estes indivíduos tóxicos produzem um grande desgaste emocional e vital
às pessoas que têm de lidar com eles. As suas vítimas sujeitam o seu bem-estar
aos estados de humor e aos modos dos agressivos verbais. Podem ser o
companheiro, o chefe no emprego ou o amigo a quem nos sentimos ligados por 
uma noção de lealdade. São pessoas de trato difícil. Costumam ser mordazes, 
ofensivas e intimidantes.
“O agressivo verbal tem por objetivo fazer-nos sentir pequenos, incapazes,
fracos e inseguros”, explica Bernardo Stamateas. A meta que persegue é fazer
os outros reconhecerem a sua autoridade, para poder impor tudo o que lhe
passar pela cabeça. Exerce o poder de intimidação com gritos, maus tratos e a
 desvalorização das vítimas. É o gênero de pessoa que encontra sempre motivos
 para discutir e confrontar os outros com violência. Em pleno acesso de ira,
quando o rosto fica vermelho e os olhos parecem querer sair-lhe das órbitas, 
a boca abre-se para deixar sair um manancial de verborreia agressiva.
São pessoas que parecem sentir prazer em dificultar a vida dos outros.
Recorrem a todo o tipo de estratégias para esgotar a paciência alheia.
O que o agressivo verbal pretende é despertar a ira dos restantes. Utiliza um tom
 de voz intimidante que provoca uma rejeição unânime. É incapaz de estabelecer
 laços interpessoais duradouros e vai-se fechando num círculo que ele próprio criou.
No fim, acaba a sentir-se só e rejeitado. Contudo, até chegar a essa situação,
os violentos verbais tornam a vida impossível aos que os rodeiam.
O que se pode fazer com uma pessoa assim? Procurar chamá-la à razão é difícil.
 A vítima tem de controlar os seus instintos mais baixos para evitar o confronto
direto com o agressor, num terreno que não é o seu. Quem suporta a sua irascível
 verborreia deve procurar entender que o violento bombardeamento não tem
 forçosamente de enfraquecer nem beliscar a sua autoestima. O louco é quem grita,
não a vítima. Porém, não podemos aceitar permanentemente a violência que
 exercem sobre nós. Há que colocar limites às agressões verbais que recebemos.
A certa altura, o violento verbal poderá dizer-nos que somos a melhor pessoa e
 a única com quem pode contar, e logo a seguir tratar-nos como inúteis e incapazes.
 É o método que utiliza para nos fazer duvidar das nossas emoções.
Num dia, admiramo-lo e pensamos que é uma pessoa  objetiva e inteligente.
 No seguinte, quando nos lança um dardo envenenado, desorienta-nos e passamos
 a odiá-lo.

O medíocre

A moleza e a letargia são comportamentos altamente contagiosos. A ausência de
 metas na vida, uma característica específica do medíocre, leva muitas pessoas a
conformarem-se com uma existência monótona em que os estímulos desapareceram
por completo. Para este tipo de indivíduos tóxicos, o mais importante é chegar ao fim
 do mês sem se expor a nada que possa alterar a sua mediocridade, que as afaste do
 inesperado e do extraordinário, ­duas características que marcam a vida dos
empreendedores e dos dinâmicos.
Estes seres tóxicos podem contaminar as pessoas à sua volta. Quase sem nos darmos
conta, o medíocre faz-nos ver a vida pelo seu ponto de vista. Acordamos de mau humor,
arrastamo-nos até ao trabalho, amaldiçoamos a nossa sorte, cumprimos o horário
 estabelecido, regressamos a casa com a mente em branco e ficamos a ver TV deitados
no sofá. A vida transforma-se num imenso vazio em que não há espaço para sonhos
ou aventuras, para o inesperado e o transcendente.
Manter relações sociais com pessoas medíocres é entrar num clube de gente tóxica que
 irá envenenar, pouco a pouco, quem tiver um carácter aberto, empreendedor e
dinâmico. São figuras que vivem em permanente letargia, embora normalmente não
 façam mal a ninguém, apenas a si próprias. Porém, devemos ser cautelosos, pois
 também se podem tornar perigosas. “É da qualidade das relações que estabelecermos
 que dependerá, diretamente, o nível do êxito que alcançarmos”, afirma Stamateas.
A força e o impulso vital de que dispomos para enfrentar uma iniciativa ou qualquer
projeto serão afetadas se nos associarmos a esse tipo de gente tóxica. A tragédia surge
quando o medíocre é um amigo de infância, um dos nossos irmãos, um pai, um colega
de trabalho. Que fazer nestes casos? Resistir. Não claudicar perante o espírito de
 resignação que impregna a vida do medíocre. 
Depende de nós escolher quem nos vai acompanhar ao longo da vida. A tarefa de criar
 as nossas relações interpessoais, de evitar por todos os meios as pessoas tóxicas e de
 abrir o nosso círculo a quem tem uma mente mais aberta e uma atitude mais vitalista,
 é um dos objetivos importantes da vida. É uma tarefa árdua e difícil, que requer uma
 grande atenção e grande capacidade de análise.
Uma ajuda é a empatia que sentimos pelos nossos iguais, as pessoas que nos agradam,
 ainda que não saibamos exatamente porquê. Quando os escolhemos, não costumamos
 errar, mas, por vezes, emboscado num manto de sedução, pode estar um medíocre
manipulador. Se o deixar penetrar no seu círculo de relações interpessoais, não duvide
 de que irá fazer-lhe amargar a existência.

O arrogante presunçoso

São sobranceiros, vaidosos, pedantes, presumidos e autossuficientes.
Demonstram excesso de confiança no que dizem, no que fazem e nas decisões
que tomam. Sentem-se perfeitos, pequenos deuses que ninguém pode contradizer.
O arrogante presunçoso é aquela pessoa detestável que, numa reunião de amigos,
compete para ser o mais inteligente, o mais sagaz, o que tem resposta para tudo.
São capazes de decorar uma série de frases célebres para citá-las em
 momentos-chave de uma conversa, com o objetivo de surpreender o interlocutor
e convencê-lo de que é superior, mais culto, alguém que está acima da média.
“Um sabe-tudo arrogante e presunçoso ofende e trata com condescendência toda
 a gente para se sentir melhor do que os outros. Os seus comentários depreciativos”,
 explica Lillian Glass, “são geralmente subtis. Por exemplo, reage às nossas opiniões
com fases como: ‘Tens a certeza disso?’ ou ‘Não acreditas nisso, pois não?’
.” Este tipo de indivíduo é um déspota intelectual. Só as suas ideias e opiniões interessam.
 Costuma estar tão absorto em si próprio que nem sequer precisa de monopolizar
 a atenção dos outros enquanto pontifica.
O arrogante costuma exibir um trejeito ou um sorriso falso e forçado quando o
 obrigam a escutar um interlocutor. 
“Tais sorrisos sarcásticos indicam que se acha superior e que lhe tem muito pouco respeito”,
 afirma Lillian Glass. Este gênero de indivíduos costuma apontar-nos o dedo enquanto
 fala connosco. A intenção é mostrar que está muito acima de nós. O tom de voz é
geralmente duro e agressivo. É a forma de mostrar a sua impaciência perante a
 nossa incompetência. Somos todos inferiores a essas criaturas presunçosas.
Quando sentem que alguém os enfrenta, os arrogantes e presunçosos adotam uma
atitude defensiva, de mãos nos quadris e cotovelos abertos. É o seu sinal para mostrar
 aos outros que mantenham a distância. Se alguém ousa duvidar do seu discurso
 petulante, não será raro que percorra a divisão com os olhos, fazendo ver ao
interlocutor que procura gente mais interessante e importante. É o genuíno
 impertinente que quer sempre ficar por cima.
“São indivíduos que sofrem de um excesso de amor próprio. No trabalho, convencem
 os colegas de que, sem eles, o projeto falharia. “Quando eles não estão, nada funciona”,
 diz Bernardo Stametas. A sua convicção de serem melhores do que os outros leva-os
frequentemente ao fracasso. “O orgulho é como o mau hálito: toda a gente o sente,
menos quem dele padece”, sublinha Stamateas. Evidentemente, ter confiança em si
 próprio é positivo e produtivo. Levada ao extremo, a confiança doentia pode impedir
 que questionemos e analisemos os erros que cometemos.

O chefe autoritário

Numa relação laboral, o chefe detém a legítima autoridade de fazer saber aos
 subordinados, de forma adequada, o que espera deles. Não há dúvida de que é
 um direito seu. O problema surge quando esse direito resvala para o autoritarismo
e os maus tratos, ferramentas perversas através das quais o chefe pode
 aproveitar-se da sua posição e conseguir impor a sua vontade sem que esta seja
 questionada ou alvo de contestação.
A pessoa que age assim transforma-se num chefe autoritário e intimidante.
 Este gênero de pessoa tóxica é desconfiada e muito venenosa. Acredita que chegou
ao cargo que ocupa na empresa por qualidades de chefia inatas e um cérebro privilegiado.
 Costumam ser indivíduos violentos e praticar o assédio, e sentem-se legitimados
 para depreciar e maltratar os seus subordinados. Têm sempre razão e esperam
respostas dos empregados mesmo antes de tê-las solicitado. Pensam que “ele já sabe
 qual é a sua função”, o que é geralmente falso.
“Um chefe autoritário obtém o controlo impondo a sua autoridade, inspirando receio
 em vez de confiança, transformando o trabalho numa carga pesada em vez de
apresentá-lo como um projeto interessante, motivador e vantajoso para todos”,
sublinha Bernardo Stamateas. Muitos mostram a sua melhor face até chegarem a
 uma posição elevada, altura em que se transformam em autênticos déspotas.
Costumam sofrer ataques de pânico, sobretudo quando pensam que alguém lhes
quer roubar o cargo.
O perfil mais violento destes indivíduos tóxicos costuma ser o de um obcecado com
o controlo, que mostra toda a sua fúria e despotismo face aos subordinados.
É o tipo que critica frequentemente os subordinados: “Não é assim!”, “Foi isso que pedi?”.
Podem ser muito críticos com a aparência dos outros e com a sua forma de vestir,
sobretudo com as mulheres. Se for um homem, revela com elas o seu carácter misógino:
 odeia todas as pessoas que considera inferiores, mais odeia ainda mais as mulheres que
 chefia. A sua atitude autoritária e violenta é profundamente tóxica.
Boicota quem quer que seja que sobressaia no ambiente laboral, porque não suporta
 que alguém seja mais importante do que ele. Nesse sentido, tem traços comuns
com o narcisista e o arrogante. Tenta controlar a liberdade dos subordinados,
 chegando a ameaçá-los para reafirmar a sua posição dominante. Também pode
chegar a ser um violento verbal, insultando e desprezando publicamente os
 subordinados. No seu tom de voz, há um timbre alarmista que o desmascara
como obcecado pelo controlo. A voz alta serve para intimidar quem o rodeia.
Trabalhar sob as ordens de um chefe autoritário pode ser uma das piores calamidades
que uma pessoa tem de enfrentar em algum momento da sua vida.

O intriguista coscuvilheiro

O coscuvilheiro do escritório é outra figura tóxica perigosa, pois pode gerar
 grandes rivalidades no âmbito laboral. “Eu cá não acredito, mas os da Contabilidade
dizem que a nova secretária do chefe da tesouraria foi amante do diretor-geral.
” À medida que se propaga, o boato prenuncia a morte profissional de uma boa
 funcionária. A única defesa perante os bisbilhoteiros é tratar de mantê-los à distância
 ou fugir deles.
O boato costuma começar com uma frase clássica: “Sei de fonte segura.”
 Segue-se a calúnia envenenada. O intriguista sente prazer em ser escutado pelos outros.
É a sua forma de conquistar prestígio. Sabe que, para ter público, a mensagem a
 transmitir deve ter impacto: como quase nunca tem algo interessante para contar,
 inventa. Poderá modificar ou transformar qualquer informação de que disponha
 para torná-la mais espetacular. É o fulano do escritório que conhece a vida de todos,
embora ninguém saiba quase nada dele.
Na sua ânsia de notoriedade, o coscuvilheiro pode criar rumores destrutivos, capazes
 de arruinar o prestígio de uma pessoa, ou boatos explosivos, que se propagam como
um rastilho de pólvora e chegam aos lugares mais inesperados. Em ambos os casos, o
 profissional dos mexericos consegue criar uma informação falsa com algumas componentes
 fidedignas que a tornam mais credível. Dirige a calúnia contra uma pessoa que não
 lhe agrada ou que inveja em segredo. Desse modo, este tipo de indivíduo tóxico pode
desestabilizar todos os que o rodeiam.
“O intriguista transporta a informação daqui para ali para se divertir e para adquirir
 um certo poder sobre os outros, porque tem acesso a coisas secretas que só ele conhece”,
diz Lillian Glass. Se partilharmos um segredo com ele, não duvidará em usá-lo contra nós,
 se isso puder beneficiá-lo de algum modo. Bernardo Stamateas afirma que estes indivíduos
podem ser muito perigosos, dado que os rumores que inventam são dirigidos contra
pessoas que podem perder o seu prestígio, o seu posto de trabalho ou a sua relação
 íntima com o parceiro.
Nem sempre é fácil identificar o autor de um rumor, até porque muita gente participa
 na sua difusão. Nesse sentido, todas as pessoas que acreditaram num rumor e o
comentaram com outras atuaram como autênticas armas tóxicas.

O depreciador

Parece sentir prazer em depreciar ou menosprezar os outros. Tem por objetivo
anular, manipular ou desestabilizar as emoções das suas vítimas. Só dessa forma
 poderá brilhar em todo o seu esplendor. O seu objetivo na vida é conseguir que a
outra pessoa viva desconfiada e insegura, de forma a depender das suas opiniões.
É um dos integrantes mais odiosos da lista de gente tóxica.
Se não pudermos fugir de um depreciador, podemos pelo menos identificar o seu
modo de agir e tentar travar os ataques. Costuma desempenhar o papel de amigo
 e finge estar interessado no que fazemos, mas a verdadeira intenção é estudar-nos
para descobrir um ponto fraco e utilizá-lo a seu favor, enquanto nos desvaloriza
 perante os outros. Em pleno apogeu, o depreciador mostra as garras e fará crer
 à vítima, através de insinuações, que tudo o que faz está errado.
Finge escutar as queixas dos outros para depois poder, no momento oportuno,
 trazê-las à baila e diminuir a autoestima e o poder dos seus adversários ou subordinados.
 Vive oculto por detrás de uma máscara para esconder o seu mau humor, a sua
irritabilidade e a sua falta de controlo. É incapaz de se mostrar e de se relacionar
tal como é. No seu disfarce de pessoa sensata e amistosa, procura a melhor altura
para impor o domínio e controlar todos os que estão ao seu alcance.
Uma vez atingido o objetivo, o depreciador despe a máscara a mostra a sua face mais
violenta, transformando-se noutro tipo de pessoa tóxica. Nessa nova posição de força,
 poderá gritar e insultar a vítima perante os colegas de trabalho, atribuindo-lhe tarefas
 impossíveis. No seu afã de mostrar que é ele que detém o poder, ataca os outros
em público, desqualificando o seu trabalho e expondo-os à má opinião dos colegas.
 Na sua nova dimensão, torna-se um indivíduo letal, capaz de destruir a reputação de
 alguém através de calúnias.
É preciso ter muito cuidado quando encontramos um tóxico deste calibre, dado que a
desqualificação pode tornar-se uma doença contagiosa. Estas pessoas costumam
encontrar formas de cooperar conosco para, uma vez alcançada a nossa confiança,
 serem as suas ações e decisões a terem peso na nossa vida. Chegados a este ponto,
é possível que duvidemos de nós próprios e acreditemos que é o abusador quem tem
razão. Não é raro a vítima dar-se por feliz por teu ao seu lado alguém que lhe mostra
 o seu valor real, tornando-se, sem se dar conta, uma espécie de escravo.
Se não conseguirmos travar a tempo a influência do desqualificador, corremos o risco
de nos tornarmos como ele.

O invejoso

Passa a vida a desejar o que os outros têm. É incapaz de triunfar na vida, pelo
 que fica obcecado com os êxitos alheios. Na versão mais doentia, a inveja
transforma-se no desejo de destruição do outro. O invejoso tenta acabar com
a vítima através da perseguição ou depreciação constantes. Odeia-a pelas conquistas
 e pelo êxito que alcançou. Acredita que, se não conseguiu nada na vida, pelo menos
possui a legitimidade que o seu ódio lhe confere para destruir o que os triunfadores
 alcançaram.
São pessoas que canalizam a sua energia para o “outro”, em vez de procurarem dentro
de si próprias. Desperdiçam tanto tempo a pensar nas outras pessoas que não
 têm vontade para nada quando têm de se ocupar de si próprias.
A inveja transforma-as em seres intolerantes em relação aos feitos alheios.
 Sofrem por ter menos dinheiro, menos felicidade e menos vitalidade do que o
 vizinho. Essa atitude envenena-os pouco a pouco, provocando-lhes grande
 infelicidade e muita dor. A crítica dos outros, o murmúrio, os rumores e os ciúmes
 são os fatores que alimentam esta emoção tão corrosiva.
Os invejosos não suportam as pessoas que ocupam lugares de privilégio.
Odeiam quem se esforçou para melhorar a sua qualidade de vida e conseguiu subir
 na vida. São pessoas que atacam os outros e nunca prosperam. Como disse Francisco
 de Quevedo, “a inveja é fraca porque morde mas não come”.

O neurótico

Se alguém tiver a pouca sorte de associar-se a um neurótico para montar um
negócio, irá passar um mau bocado. Estas pessoas impõem sempre a si próprias
metas e objetivos que nunca poderão alcançar. Consideram-se eficazes, mas
 possuem sentimentos de desvalorização que as bloqueiam. O neurótico castrador
 sofre também de uma grande solidão, que procura colmatar procurando uma boa
 posição social. Preso na sua neurose, vive imerso em fantasias. É tão autossuficiente
que nunca ouve os conselhos de ninguém, muito menos os do sócio, que acabará falido.
Tal como o arrogante presunçoso, o neurótico não suporta que alguém saiba mais do que ele.
Esteja onde estiver, o neurótico arranja sempre maneira de chamar a atenção e de
agradar a todos os que se aproximam dele. O seu problema psicológico reside na infância,
em experiências que não conseguiu resolver e que o levam a desenvolver um
 comportamento neurótico, cujas características mais distintivas são o perfeccionismo,
 a conflitualidade, o egoísmo e uma certa infantilidade. O neurótico castrador invade,
controla e asfixia permanentemente o outro. As suas permanentes oscilações de humor
 podem tornar impossível viver com ele.
O neurótico castrador trata sempre de nos fazer sentir culpados.
A culpa é um dos sentimentos mais negativos para um ser humano.
 É uma emoção que paralisa e impede que desenvolvamos o nosso potencial.
“Viver com culpa é uma prisão perpétua”, diz Stamateas.
Os castradores usam esse sentimento para manipular os outros. Um bom exemplo é
 a mãe dominante que quer fazer o filho sentir-se mal: “Depois de tudo o que fiz por ti,
agora abandonas-me, fico para aqui sozinha?”
O neurótico castrador torna-se o organizador do nosso destino.
 A sua habilidade para nos fazer sentir culpados impede-nos de alcançar os objetivos
 que tínhamos traçado. Não é raro os psicólogos encontrarem pacientes criados
 em famílias que os fizeram acreditar que eram responsáveis pela separação dos
pais ou pela perda de emprego da mãe, que teve de se despedir para tomar conta deles.
São vítimas dos neuróticos castradores.

"Algumas semanas estou estudando esse assunto, 
tentando entender como pode existir 
pessoas doentes ao ponto de destruir a vida de outra.
Pelo simples prazer, me refiro a estas pessoas como 
sombras, que sugam a luz com sua energia negativa. 
Muito difícil ser vitima desta situação, sentimos toda a
 paz  e tranquilidade fugindo de uma forma animalesca. 
Desequilíbrio, tristeza que nos faz indefesos. 
Mas para tudo isso tem uma solução, uma  forma para ser
 revolvido o problema,  equilibrar-se, repor toda essa 
energia perdida, e ter a fé em sua vida, onde a luz se faz 
presente o milagre acontece. Somente a verdade 
impera, porque ela nos conduz a divina presença de Deus. 
Sou Luz.

Renatta Magrini
Janeiro/2016 





segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

A Magia das Palavras.

Todos somos feiticeiros e a palavra é o principal ingrediente do caldeirão. 
Através do que é dito ou escrito podemos convidar os povos a dançar, semeando alegria e esperança ou construir muros, espalhando ódio e medo.
 Este é o poder e ele é seu. Assim, cada manifestação se torna um ato de magia e define qual tipo de feiticeiro escolhemos ser.
Desde tempos remotos ensina-se que a palavra tem poder. Toda palavra traz em si uma ideia. Diversas culturas ensinam valiosas lições sobre o cuidado que devemos ter com a palavra.
O cristianismo orienta que as palavras revelam o que cada um tem no coração. 
Elas são a exata medida do nível de consciência de quem as emite.
Os cabalistas narram uma bela história em que um professor, para corrigir um aluno que difamou o colega, pede que escreva a ofensa em um pedaço de papel. Depois que a rasgue em muitos pedaços e os solte em lugar assolado por forte ventania. 
Agora recolha tudo, determina o professor. Impossível, responde o aluno faltoso que já não consegue ver para onde os pedaços restaram espalhados e perdidos. 
Assim acontece com as nossas palavras, explica o bondoso professor, depois de ditas já não nos pertence mais e ignoramos qual será o seu destino.
– Preste atenção antes de falar. Escute todos os lados envolvidos, em toda discórdia há no mínimo duas versões, além da verdade!
– Pondere quais sentimentos te movem: ódio, ciúme, vingança, inveja ou amor e paz?
– Outro cuidado que devemos ter é não travestir o desejo de vingança com as vestes da justiça. Não raro, sob a falsa e pretensa alegação do ato nobre, ocultamos e damos vazão aos nossos sentimentos mais densos e sombrios.
– Seja claro e objetivo em suas palavras. Não é não; sim é sim. Exponha seu raciocínio serenamente e respeite o entendimento alheio contrário ao seu. Que seu coração nunca esqueça que a boa semente não se perde e, no momento oportuno, germinará.
– As mais sábias palavras despencam no abismo se não forem o espelho das atitudes de quem as disse.
– Seja sempre sincero e nunca finja afeição, porém lembre que o amor é a força mais poderosa que existe. O amor é a matéria-prima de todos os milagres. A palavra traz Luz aos cegos.
O budismo ensina que Universo é um ser vivo em eterna transformação e reage na exata razão das nossas ações. A melhor maneira de comungar com Ele é espalhando alegria por toda a gente. Para tanto, a palavra é uma sementeira poderosa e barata.
A sabedoria empresta cores à filosofia das mais diversas tradições.
 Reconhecer a árvore através de seu fruto é outro belo quadro desenhado com as mesmas tintas. Sendo você a árvore, os frutos são suas palavras (e atitudes). 
Decida se vai envenenar ou alimentar a humanidade em suas ceias espirituais. 
Você se define a cada ato ou palavra.

Dica para 2016. use suas palavras para o bem...para coisas boas
Deixe a maledicência longe de você.
Siga em paz com voce mesmo...serenidade e paz...para 2016.
Bjokas
Renatta Magrini

MILAGRES SÃO TRANSFORMAÇÕES OCULTAS EM NÓS.


“O que chamamos de magia em outras Tradições recebe o nome de milagre”. 
“Muda-se o nome, mas é a mesma força e poder”
Magias ou milagres são como chamamos transformações que ainda não conseguimos explicar. O importante é entender que você é parte do milagre, assim como a semente só germina se encontrar solo fértil. Cada qual é o seu do próprio jardineiro, que sem o devido trabalho nenhuma rosa fará florescer. O sol e a chuva são para todos, porém a semeadura é pessoal e intransferível.
O “essencial é entender que cada qual tem que fazer a sua parte para se encantar com a magia da vida”.
“Somos os pilares da ponte em que atravessam; portanto, quanto mais firmes forem os alicerces, maior o trânsito deles. Sem o aperfeiçoamento de um código moral próprio, onde não se pratique nenhum mal a qualquer coisa ou pessoa, não se chega a lugar nenhum. Tais conceitos são os sólidos fundamentos da alma”
 “Tudo no universo é energia. Até o que chamamos de matéria nada mais é do que energia condensada, conceito hoje admitido pela Física Quântica, mas aceito pelos esotéricos há séculos.
As energias se alinham por afinidade ou semelhança. Sendo nossos pensamentos, sentimentos e atitudes as fontes geradoras. Assim, se queres a aproximação dos anjos, benfeitores espirituais ou amigos invisíveis – não importa qual o nome que lhes aplique – sutilizem a sua energia para, na medida do possível, se aproximar da frequência vibratória deles. Preste atenção em ti.
 Aperfeiçoe o que pensa, sente e faz. ”.
“Os mais importantes milagres são as pequenas transformações que se dão em nosso íntimo, permitindo uma permeabilidade cada vez maior entre os planos. A espinha dorsal de toda a sabedoria universal se resume a amar a todos como gostamos de ser amados. Fazer o bem ao invés de esperar por ele. Todos os outros conhecimentos são apenas os muitos comentários a respeito desse ensinamento maior. Amar incondicionalmente é ato de profunda sabedoria, pois traz consigo a ampliação de consciência, a libertação da alma e a permissão de ver no escuro. Torne-se uma pessoa melhor a cada dia e desperte o poder adormecido nos porões do ser. O segredo milenar dos alquimistas de transformar chumbo em ouro nada mais era do que iluminar as próprias sombras, alinhando-a à alma. Não há “riqueza ou milagre maior”.
“Magia é transformação. As mais importantes são as que ocorrem na essência mais íntima do ser. Você é o mago e é também a própria magia. Pois, ao nos transformar modificamos o mundo, operando pequenos milagres do cotidiano, quase imperceptíveis, só visto pelos olhares atentos. Passamos a transbordar as mudanças de maneira natural através do brilho no olhar; da sensibilidade amorosa no sentir; do pensar claro e luminoso, liberto dos automatismos; da melhor palavra; da compaixão pelo não entendimento do outro; do agir sereno e digno. Um ser moral despido de qualquer moralismo. Suas emoções primárias e densas que até então lhe dominavam como reações imediatas diante dos entraves do cotidiano, passam a se transformar em sentimentos nobres e sutis cada vez com mais facilidade, até que um dia seu coração vibrará apenas a pura luz. Sinal de um passo importante, onde traços da evolução individual passam a integrar o espírito como uma estrela a brilhar no firmamento, que, aos poucos, se expande a iluminar a tudo e todos que encontrar, em sintonia com a expansão do próprio Universo, até por tê-lo em si”.
“Compartilhar com alegria para toda a gente o que há de mais precioso em seu coração é a melhor maneira de agradecer ao Grande Mistério por todas as magias permitidas.
Só assim é possível seguir Caminhando em Beleza.
“Esta é a lição e o poder do sol que ilumina e aquece gerando vida a todos, sem distinção”.

Tenham uma ótima semana...afinal ultima semana de 2015.
Renatta

Pedro Tornaghi


Já não há mais como escapar,
Da fome da alegria,
Da pujância do dia,
Da beleza do luar,
Me entrego à existência,
Que me manda o oxigênio,
Que me estende o seu convênio,
Delicada e precisa ciência,
Viver é dádiva constante,
Quando se sente a sutileza,
Vibrando no insignificante,
Viver é maravilha,
Quando aberto à clareza,
De cada átomo que brilha.
.
Pedro Tornaghi

Meu Querido Amigo...escrevendo sempre belissimamente.



terça-feira, 15 de dezembro de 2015

AMOR NÃO É TROCA.



















Não raro escuto as pessoas falando que “damos amor e queremos receber amor.
 Amor é troca”, como sentença definitiva. Não, amor não é troca.
 A troca é à base do comércio que, sim, ajuda a movimentar o planeta e a dirimir as diferenças entre os povos, porém, amor não é mercadoria para ser negociado.
O amor tem que ser incondicional, sem exigir absolutamente nada de volta ou não é amor. Amor não é moeda de convivência, mas o verdadeiro sentido dos relacionamentos. 
Na verdade, quando se reclama que o outro não nos devolveu o amor que lhe oferecemos, estamos transferindo para terceiros a responsabilidade pelo nosso vazio existencial. 
Um ser integral a caminho da harmonia interior sabe que toda a paz e felicidade de que necessita para se sentir pleno é construída dentro de si por si. 
A partir de então passa a compartilhar com todos os belos sentimentos que lhe encanta o coração. Como um casaco tricotado com a agulha da sabedoria e pelas linhas do amor, que pronto, tem-se o desprendimento de entregar a quem está com frio, sem esperar absolutamente nada de volta, salvo a própria alegria de ter levado um pouco de conforto a alguém. É imprescindível entender que somente você é responsável por sua felicidade. Transferir ao outro a responsabilidade de lhe fazer feliz é inadequado, tolo e, cedo ou tarde, surgirão os conflitos naturais oriundos de quem carrega um fardo que não pode suportar.
 Não se pode exigir do outro o preenchimento do vácuo de sua alma, pois tal desafio 
é pessoal e inerente à evolução de cada um. Ninguém tem a obrigação de fazer ninguém feliz. O que é diferente de sempre oferecer o seu melhor para o sorriso e o conforto de alguém. Ser amado é maravilhoso e uma das dádivas divinas da vida, mas é necessário aceitar que o amor do outro não é nem será a base da sua felicidade. 
Esta tem que ser construída aos poucos dentro de você. 
Cada um de nós, sem exceção, possui as ferramentas necessárias para fortalecer a alma a alcançar a plenitude em completa liberdade, ao largo de qualquer dependência emocional.
 Dependências, afetiva ou sentimental, nada mais são do que prisões sem grades – embora algumas estejam bem disfarçadas em gaiolas doces e douradas – onde não podemos nos permitir apodrecer. 
O amor é a força mais poderosa de todo o universo, raiz de todas as transformações, magias ou milagres. São as asas do ser e a razão da evolução. 
O poder do amor reside na fantástica realidade de que quanto mais se dá mais se tem, a transbordar infinitamente essa fonte mágica de alegria. 
É a única maneira de se conseguir um bilhete para a próxima estação na maravilhosa viagem da vida. Não há outra. A única bagagem que lhe será permitido levar é a essência de seus sentimentos mais nobres e as histórias que escreveu com eles.
 Somente isto cabe em sua “sacola sagrada”, o seu coração.
 Esta é a sua verdadeira herança.
Não se pode cobrar nada em troca do amor, porque para existir de verdade o amor tem como premissa o desprendimento, a generosidade, a alegria, a liberdade, o perdão e a harmonia no convívio social. Ao dar amor nos enriquecemos na perfeita proporção da doação.
 Estranho, não? Apenas enquanto ainda não estivermos despertos de uma série de condicionamentos culturais, sociais e ancestrais que limitam a expansão da consciência. 
O exercício do amor incondicional nos liberta e aperfeiçoa. Sim, insisto: o amor é incondicional ou não é amor.
O amor tem ricos vieses. Aqui a abordagem será resumida, para mais adiante, em outros trabalhos, ser mais amplamente desenvolvida.
- O perdão talvez seja o mais importante deles.
 A mágoa é uma terrível masmorra a nos aprisionar àquele que supostamente nos fez mal.
 As algemas são travadas pela energia do sentir e do pensar. Para nos libertar e seguir adiante no Caminho a única maneira é perdoar. Não há outra.
 Na exata medida que o ressentimento encarcera, o perdão liberta.
 Ao perdoar liberamos o outro de nossos desejos mais sombrios e, nesse compasso, nos libertamos. Assim, o perdão se mostra, além de um ato de profundo amor, ser também de extrema sabedoria. Entender o perdão é fazer uso de um poderoso instrumento de evolução. O perdão nos concede o sagrado manto da perfeita humildade, por reconhecer as próprias falhas ou as que um dia já nos pertenceram. É o perfeito entendimento de que ninguém nasce pronto. Sim, o mal tem que ser estancado e o erro corrigido.
 No entanto, ninguém tem o poder de impedir ao ofensor novas possibilidades
 de acerto no futuro. Assim como você e eu.
- Vivenciar toda a extensão da energia do amor significa entender a inutilidade de aprisionar alguém a si, pois desejo orgulho e vaidade não constroem o legítimo Direito.
 Ciúme não é amor. Ciúme é a sombra do amor, o medo de aceitar as asas que o amor concede. A liberdade de partir, ou ficar, de alguém é absoluto e deve ser respeitada. Dessa maneira, a recíproca será sempre bem aplicada. Ninguém é dono de ninguém. O outro desejará caminhar ao seu lado pelo tempo que as afinidades espirituais estiverem alinhadas. Isto pode durar um dia ou séculos.
 A Lei da Evolução é inexorável e fará com que todos cheguem ao destino. 
No entanto, cada qual viajará na exata velocidade da expansão do seu nível de consciência, que se modificará, seja por gosto ou imposição. 
Ninguém ficará para trás, mas nem todos estarão no mesmo passo. 
Então, algumas separações serão inevitáveis. É preciso entender que o processo evolutivo, embora desenvolvido através do convívio social, com suas dores e delícias, onde aprendemos com uns e ensinamos a outros, é individual e intransferível. Isto explica o erro de desejar manter alguém ao nosso lado a qualquer custo ou mesmo o sofrimento ao ver o outro partir. Entender que “foi bom enquanto durou” ou “deixe partir o que não mais pertence ao seu momento” é aceitar sábias observações cósmicas. 
O que muitos chamam de perdas, nada mais são do que imprescindíveis transformações ocultas reveladas pela sabedoria do tempo.
- O amor traz consigo variantes nobres. 
A palavra misericórdia vem do latim e em minha opinião é uma das mais bonitas da língua portuguesa, pois expressa o sentimento de “colocar o nosso coração para aliviar a dor alheia” como um valioso bálsamo a levar conforto a quem nos procure. 
Os orientais ensinam que compaixão é a beleza de “salvar uma alma” e quando assim o fazemos uma nova estrela passa a brilhar no firmamento.
 Já se perguntou quantas estrelas já ajudou a pendurar no céu? 
O mais interessante é perceber como o simples ato de oferecer um pouco do seu tempo e algumas palavras amorosas, proferidas com sinceridade, têm o poder de resgatar vidas e modificar rumos.
 É sementeira barata a disposição de qualquer jardineiro atento.
O amor é o que de mais sagrado existe no ser, pois, em essência, revela a esperança que deposita na humanidade e, por consequência, em si próprio.
Enfim, dentro de cada um de nós adormece essa força capaz de transformar e libertar a si mesmo, expandindo-se em ondas até os confins do universo a embelezar os jardins da existência. No amor reside todo o seu poder e magia.



Renatta Magrini